Calculadora de independência financeira e meta de patrimônio

Descubra quando você conquista a sua independência financeira.

Quando você chega lá com o aporte de hoje, ou quanto precisa aportar para chegar no prazo. Grátis e sem cadastro.

R$
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% a.a.

Acima da inflação, para a meta ficar em dinheiro de hoje.

Você chega lá em

29 anos e 7 meses

Do seu bolso
R$ 365.000,00
Rendimentos
R$ 637.267,41
Patrimônio no fim
R$ 1.002.267,41
Evolução ano a ano: o que sai do seu bolso e o que os juros somam.

Depois de chegar lá

Com R$ 1.000.000,00, quanto dá para tirar por mês?

% a.a.

Também acima da inflação. Costuma ser mais conservadora que a da acumulação.

Renda por mês, sem mexer no patrimônio

R$ 3.273,74

Rentabilidade
0,327% ao mês
Patrimônio
R$ 1.000.000,00, para sempre
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Como a conta é feita

Todo mês, o patrimônio rende a taxa informada e, no fim do mês, recebe o aporte. É o efeito dos juros compostos: o rendimento de um mês passa a render nos meses seguintes. Por isso, no começo quase todo o crescimento vem do que você aporta, e com o tempo os rendimentos passam a pesar mais do que os aportes.

A taxa anual vira mensal pela conta composta, e não dividindo por 12. Uma rentabilidade de 12% ao ano equivale a cerca de 0,95% ao mês, e não a 1%. A diferença parece pequena, mas em 20 anos muda o resultado em dezenas de milhares de reais.

Qual rentabilidade usar

Use a rentabilidade acima da inflação, chamada de rentabilidade real. Assim a meta fica em dinheiro de hoje: R$ 1 milhão na calculadora quer dizer o poder de compra de R$ 1 milhão hoje, e não um valor que a inflação terá corroído daqui a 20 anos.

Se usar a rentabilidade nominal, aquela que o banco mostra, o resultado sai mais otimista do que a realidade. Na dúvida, prefira uma taxa conservadora: é melhor chegar antes do previsto do que depois.

Depois de chegar lá: renda ou consumo

Com a meta atingida, há dois caminhos. Viver de renda é sacar só o rendimento do mês: o patrimônio fica intacto e a renda dura para sempre. Usar o patrimônio num prazo é sacar mais do que o rendimento, consumindo o principal aos poucos até zerar no fim do período, o que permite uma renda maior, mas com data para acabar.

Nessa fase, vale usar uma rentabilidade mais conservadora do que a da acumulação: quem vive do patrimônio costuma trocar parte do risco por previsibilidade. A calculadora mostra também a taxa mensal equivalente, que é a que se compara com o saque do mês.

Quanto é preciso para viver de renda

Depende do quanto você gasta. Uma referência muito citada é a regra dos 4%: um patrimônio de 25 vezes o gasto anual, do qual se retira 4% ao ano. Quem gasta R$ 8 mil por mês (R$ 96 mil por ano) teria como referência cerca de R$ 2,4 milhões. É uma referência, não uma garantia: ela vem de estudos com dados de outros países e supõe uma carteira diversificada.

Exemplo

Com R$ 10 mil hoje, R$ 1.000 por mês e 6% ao ano acima da inflação, a calculadora mostra quanto tempo leva até R$ 1 milhão, quanto disso sai do seu bolso e quanto vem dos rendimentos. Mude o aporte para R$ 1.500 e compare: é a forma mais rápida de ver quanto cada real a mais por mês antecipa a meta.

Simulação informativa. Os valores são estimativas a partir do que você informou, e não recomendação de investimento nem substituem a orientação de um contador. Nada do que você digita é enviado ou guardado: a conta é feita no seu navegador.

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